Entregamos os
melhores valores.

hoje

A Iben é uma construtora de médio porte e incorporadora skin in the game que atuou nos setores industrial e de infraestrutura nos primeiros cinco anos a partir da fundação e há dez se concentra no segmento imobiliário, para o qual já desenvolveu mais de 70 projetos, que totalizam 1.550 unidades entregues e mais de 3.500 em andamento, distribuídas pelo interior de São Paulo, sul de Minas Gerais e região serrana do Rio de Janeiro.

Os sócios são dois irmãos obcecados pelo sucesso e não medem esforços para atingi-lo com ética, inovação e respeito à natureza e às futuras gerações. A Iben mantém relacionamentos saudáveis com investidores, supera desafios operacionais e estratégicos e entrega os melhores valores a todos os envolvidos.

no começo

A atuação skin in the game de hoje
nasceu do heart & brain in the game
que tivemos desde sempre.

Começamos em 2006 inspirados pelo nosso pai, construtor de longa data, honrado e bem-sucedido. Avançamos buscando a diferenciação e valorizando o aprimoramento constante. Evoluímos equilibrando o ímpeto dos iniciantes e a maturidade dos que encaram a profissão como ofício de vida.

Nossos primeiros clientes foram indústrias multinacionais, um desafio com níveis altíssimos de exigência pela própria natureza de obras brownfield.
Além de dialogar com técnicos em meio ambiente, cuidar da segurança no trabalho e orientar a conduta dos...

operários em relação à comunidade, a gestão de stakeholders era intensa: cada diretor com seus objetivos, todos acompanhando de perto o desenvolvimento, mas nem sempre conseguindo visualizar, no dia a dia da obra, o produto final que esperavam. Apesar da pressão e das expectativas, os desafios foram escalonados e não geraram situações mais complexas do que pudemos absorver, um raro privilégio no segmento da construção civil.

Lidar com múltiplos anseios, compreender a influência de cada parte interessada, incorporar os requisitos ao escopo e ter uma boa comunicação, capaz de engajar os envolvidos e mitigar os riscos, constituíam apenas parte das nossas metas. A outra parte era cumprir os prazos para fidelizar o cliente, zelar pela qualidade para evitar chamados de assistência e controlar rigorosamente os custos, de modo a garantir a sobrevivência da empresa.

O tripé prazo, custo e qualidade norteava intuitivamente nossas decisões, mesmo antes de conhecermos o PMI® e de termos contato com métodos de Gestão de Projetos. Sentíamos que uma falha em qualquer um deles impactaria inevitavelmente os outros dois. A Teoria da Restrição Tripla, que na época ignorávamos por completo, era aplicada por instinto.

A gestão de stakeholders aprendida na escola da vida e a importância da técnica, que o contato com os clientes reforçava todos os dias, motivaram o aperfeiçoamento formal: menos de dois anos após ser fundada, a Iben começou a obter as certificações ABNT NBR ISO 9001, ABNT NBR ISO 14001 e ISO 45001, enquanto os sócios buscaram uma segunda graduação, um MBA e um pós-MBA em Gestão Avançada de Projetos. O aspecto científico da gestão fez pleno sentido para o negócio. O ápice da diferenciação foi nos tornarmos RCP do PMI, os únicos do setor no país durante toda a duração do programa. Passamos cinco anos frequentando congressos internacionais, estudando e nos aprofundando. Agradecemos o elogio todas as vezes que nos chamaram de “nerds”. Era fácil inovar, testar, ajustar e manter ou descartar, pois sempre fomos ágeis. O ambiente democrático do PMI permitiu que compartilhássemos as lições aprendidas, publicamos o primeiro livro, Controle de projetos com métricas: não deixe que seu projeto vire uma melancia atômica, e tudo isso contribuiu para nos diferenciar.

Quem nos tornamos, depois

Trabalhamos para trazer o melhor resultado para o negócio e o mercado soube reconhecer a relevância dessa atitude.

Percebemos o risco de depender exclusivamente da indústria, pois, na ausência desses contratos, era difícil manter o faturamento.

Tínhamos de ganhar constância, mas sem ampliar exageradamente os serviços, violentar nossa essência nem descartar o conhecimento adquirido. O ano era 2011, a fase dos bones in the game...

quando diversificamos nossa estrutura de sustentação para garantir as vigas mestras da receita recorrente.

Passamos a oferecer dois novos serviços. O primeiro foi desenvolvimento de projetos de arquitetura, no qual aplicamos toda a experiência obtida com o setor industrial quanto à coleta dos requisitos das partes interessadas e definição dos atributos de produto a partir de um processo estruturado de gestão. Na época, esses procedimentos eram incomuns em projetos de arquitetura, e se revelaram diferenciais decisivos. Em pouco tempo, conseguimos bons clientes.

O segundo serviço foi gestão de obras para terceiros. Nossa proposta era tão inovadora que não cobrávamos fee, mas nos remunerávamos por um percentual do benefício que gerávamos para o negócio, e isso bastou para atrair atenção. Não vendíamos o projeto de arquitetura com o plus da gestão, mas a gestão em si, para planejamento, controle e monitoramento de obras. Nesta etapa ficou claro quanto o segmento imobiliário era carente dos serviços que prestávamos e quanto, para nós, era gratificante atendê-lo. Fomos desde o princípio parceiros da engenharia, não fiscais. Trabalhamos para trazer o melhor resultado para o negócio e o mercado soube reconhecer a relevância dessa atitude. Ainda que naquele momento apenas fizéssemos a gestão das obras, nossa capacidade para a execução ficou clara, e os convites surgiram naturalmente. Os clientes sabiam que construíamos para a indústria, conheciam nossa sensibilidade para os custos, nosso respeito com as comunidades e nossa ampla experiência de planejamento, monitoramento e controle. Com estrutura montada para executar serviços em outras cidades, sólida trajetória no B2B e investimentos constantes em tecnologia e digitalização, trabalhar para incorporadoras se mostrou muito adequado ao nosso perfil.

A diversificação levou à consolidação: agregou clientes, garantiu receitas recorrentes e tornou a marca conhecida. Passamos de congressistas a palestrantes em eventos do PMI e do Secovi, o CEO foi professor convidado na FGV-SP e publicou mais dois livros, Real Estate 3.0 - As boas práticas de getão do PMI® e outros segredos e estratégias da Cyrela, Mauá Capital e MRV para a gestão de negócios imobiliários e PMONEY - Ganhando dinheiro com projetos através do PMO. A possibilidade de construir empreendimentos imobiliários trouxe a oportunidade de nos tornarmos sócios nesses negócios.

Quem seremos, amanhã

Seguiremos fazendo cada vez melhor
o que sabemos e amamos fazer:
construir sucessos..

Estamos comprometidos com o aprimoramento dos nossos processos, a aceleração do investimento na digitalização e a obtenção da certificação de gestão antissuborno e compliance. O ciclo que inauguramos agora, de crescimento com geração de valor, se apoia na tripla frente de atuação da empresa: atender clientes do setor imobiliário para desenvolver tanto projetos quanto soluções de produto, executar obras e participar dos empreendimentos como sócia.

Mais do que nunca, estamos nisso por inteiro.
Iben é soul in the game.
.

TOP